Onde o trabalho é sagrado, a proteção será prioridade.
A Zona Sul vive momento de transição paradoxal: enquanto os indicadores gerais caem, persistem desafios estruturais.
Em Pelotas, os Crimes Violentos Letais e Intencionais (CVLI) caíram de 29 casos em 2017 para apenas 3 em 2025 — redução de 89,7%. O roubo a pedestres caiu 39% e o roubo de veículos, 31%.
Mas três frentes continuam a sangrar a região:
"Do botão do pânico à resposta em 5 minutos"
Programa integrado municipal e regional de enfrentamento à violência de gênero, com três pilares:
"Segurança que chega onde o asfalto termina"
Programa específico de segurança para as áreas rurais da Zona Sul:
Consolidar e ampliar a experiência bem-sucedida de Pelotas:
Não basta que os números gerais caiam se a mulher ainda morre dentro de casa e o produtor rural ainda dorme desprotegido. A segurança pública do futuro na nossa região precisa ser inteligente, integrada e humana.
As três propostas formam um pacote coeso: proteger a mulher com tecnologia e acolhimento, proteger o campo com patrulha dedicada, e garantir continuidade com dados e integração regional.
Este projeto não pertence a um homem, mas a todos que acreditam que o Rio Grande do Sul pode mais. É hora de ocupar os espaços políticos com seriedade, coragem e esperança.
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