Bacci 2026

Inovação e Desenvolvimento

Zona Sul: o gigante tem que despertar para o futuro.

Panorama da região

Pelotas e Rio Grande estão entre os 10 maiores PIBs do RS: Rio Grande com R$ 14,1 bilhões e Pelotas com R$ 12,5 bilhões. A economia é historicamente ancorada no porto, na indústria (frigoríficos, fertilizantes, naval), no agronegócio e nos serviços.

O Porto do Rio Grande registrou movimentação recorde no 1º trimestre de 2025 e receberá mais de R$ 1 bilhão em investimentos. A Rota Portuária do Sul (BR-116/392) terá concessão de ~460 km com previsão de R$ 6,12 bilhões em 30 anos.

Pelotas é a 5ª cidade em startups do RS, com o Pelotas Parque Tecnológico abrigando cerca de 63 empresas. A base universitária é forte: UFPel, UCPel, IFSul e FURG formam talentos em engenharias, saúde, agronomia e tecnologia.

O gargalo transversal é a qualificação técnica e a retenção de talentos: sem isso, os investimentos geram menos emprego local do que poderiam.

Proposta 1 — Polo de Transição Energética

Hidrogênio Verde + Eólica Offshore

A região tem potencial energético oceânico e industrial subaproveitado. Com o marco legal da eólica offshore (Lei nº 15.097/2025) e o Programa Estadual de Hidrogênio Verde, o RS está posicionado para liderar a transição energética nacional.

Projetos reais em curso:

Ações:

Proposta 2 — Ecossistema de Inovação de Pelotas

Economia Digital e Retenção de Talentos

Pelotas forma talento em tecnologia, mas perde parte desse capital para Porto Alegre por falta de empregos qualificados. A base está pronta; falta escala, capital e retenção.

Ações:

Proposta 3 — Logística Multimodal

Agregação de Valor no Corredor Portuário do Sul

O porto movimenta volumes recordes, mas a região exporta majoritariamente commodities de baixo valor agregado. A janela de investimento da Rota Portuária do Sul é a oportunidade de transformar o corredor em vetor de desenvolvimento.

Ações:

Resumo estratégico

A Zona Sul tem ativos reais e em movimento: porto recorde com R$ 1 bi em investimentos, marco legal de eólica offshore, programa estadual de H2V, ecossistema de inovação em Pelotas e base universitária forte.

Os três caminhos de maior impacto são: energia limpa (H2V + offshore), economia digital/inovação e logística com agregação de valor — todos ancorados em projetos já existentes, não em promessas.

A união pela renovação

Este projeto não pertence a um homem, mas a todos que acreditam que o Rio Grande do Sul pode mais. É hora de ocupar os espaços políticos com seriedade, coragem e esperança.

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